Código Da Vinci
Ficou bom tempo na dúvida, sem saber se falava dela ou de si. Foi quando pensou em omitir o sujeito que percebeu: no pretérito imperfeito do indicativo (não só nele, mas, no caso, era ele que importava), a 1ª e a 3ª pessoa do singular são iguais.
Pensava. Queria. Não sabia. Ria. Chorava. Sofria. Se perdia e (achava) se encontrava. Mentira. Ou engano. Queria que soubessem que precisa de ajuda sem que o dissesse explicitamente, mas que enviava sinais, enviava. E quantos.
Agora, tudo fazia (pouco) sentido. No entanto, é sempre assim: no final do filme, quando o roteiro se mostra, é tudo tão óbvio; as indicações, tão claras. Mas o filme não acabou, e talvez entendendo os sinais e pistas ainda possam (todas elas) mudar o desfecho indesejado.

3 Comments:
Poder é sempre possível (sim!!!). Querer nem tanto... É preciso que todas as pessoas se cojuguem ao/no mesmo tempo para que o pretérito imperfeito seja o futuro mais-que-perfeito (se possível) rapidamente!
Te amo, Toêi. A pureza do nosso coração é o que faz mais sublime tudo isso. Estamos aqui e ela sabe. Basta agora enxergar o além. Só depende dela...
hey, I just got a free $500.00 Gift Card. you can redeem yours at Abercrombie & Fitch All you have to do to get yours is Click Here to get a $500 free gift card for your backtoschool wardrobe
hey, I just got a free $500.00 Gift Card. you can redeem yours at Abercrombie & Fitch All you have to do to get yours is Click Here to get a $500 free gift card for your backtoschool wardrobe
Post a Comment
<< Home