Deixa o que seja ser...

Mesmo que você veja e não seja eu... você vai descobrir a mim se souber ou puder... se tentar... me ver nas entrelinhas...

Saturday, May 27, 2006

Código Da Vinci

Ficou bom tempo na dúvida, sem saber se falava dela ou de si. Foi quando pensou em omitir o sujeito que percebeu: no pretérito imperfeito do indicativo (não só nele, mas, no caso, era ele que importava), a 1ª e a 3ª pessoa do singular são iguais.

Pensava. Queria. Não sabia. Ria. Chorava. Sofria. Se perdia e (achava) se encontrava. Mentira. Ou engano. Queria que soubessem que precisa de ajuda sem que o dissesse explicitamente, mas que enviava sinais, enviava. E quantos.

Agora, tudo fazia (pouco) sentido. No entanto, é sempre assim: no final do filme, quando o roteiro se mostra, é tudo tão óbvio; as indicações, tão claras. Mas o filme não acabou, e talvez entendendo os sinais e pistas ainda possam (todas elas) mudar o desfecho indesejado.

Friday, May 05, 2006

O homem que matou Getúlio Vargas

Anteontem, um aluninho olha para mim bem sério e diz:
- Tia, quando tu crescer tu quer ser professora?
- ...

Assim, fui medida ombro a ombro com o mais baixo dos professores... Quer dizer, com o segundo mais baixo dos professores... E todo mundo chegou à conclusão que o menino tinha razão ao fazer a pergunta... e eu, com 1,59m, posso mesmo reclamar?

Piadas à parte, isso me fez pensar muito... É realmente difícil seguir um caminho quando a gente não sabe muito bem aonde quer ir.